domingo, 29 de janeiro de 2017

JEOVÁ RAFÁ, O SENHOR QUE CURA.

Se ouvires atento a voz do SENHOR, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre os egípcios; porque eu sou o SENHOR, que te sara (Êxodo, 15.26).

No texto sagrado Deus se apresenta com vários nomes e títulos, entre os quais Ele é conhecido como JEOVÁ-RAFÁ, o Deus que sara. A primeira menção de cura está no livro de Gênesis, quando Abraão orou pelo rei Abimeleque. E orou Abraão a Deus, e sarou Deus a Abimeleque, e a sua mulher, e as suas servas, de maneira que tiveram filhos; porque o SENHOR havia fechado totalmente todas as madres da casa de Abimeleque, por causa de Sara, mulher de Abraão (Gn.20.17,18).
No livro do Êxodo, 15.26, Deus se apresenta para a nação de Israel como o SENHOR que sara.
No livro dos salmos está escrito que quando a nação de Israel saiu do Egito não havia entre eles um só enfermo. Mas, a eles, os fez sair com prata e ouro, e entre as suas tribos não houve um só enfermo (Sl.105.37). O profeta Isaías nos fala da vinda do Messias, que levaria todas as nossas enfermidades, e pelo seu sofrimento nós seríamos sarados. Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados (Is.53.4,5). A morte redentora de Jesus, nos garante perdão, libertação e cura. Ele é o nosso médico Divino.

UM MUNDO DE PESSOAS ENFERMAS.

Nunca na história da humanidade temos visto tantas epidemias, moléstias e enfermidades que vem atingindo a população do planeta. Apesar de todo o desenvolvimento científico e tecnológico relacionados a área da medicina, estamos vendo milhões de vidas sendo ceifadas por vários tipos de doenças. Não desmerecendo a ciência da medicina, muito pelo contrário, dependemos dela e consideramos uma ciência de Deus. Porém, devemos crê e confiar em Deus, no SENHOR que cura, no Deus que vai além da medicina, que faz o impossível quando os recursos humanos se esgotam.
Eu sou uma testemunha viva do poder de Deus. Eu, José Geraldo Barbosa, natural de Recife, Pernambuco. No ano de 1979, quando tinha a idade entre 13 a 14 anos de idade, residindo na ocasião na cidade de Itambé, Pernambuco, após pular vários degraus, durante uma brincadeira com meus irmãos, cair de mal jeito e sem sentir no momento nada tão grave, já era um final de tarde, ao anoitecer, jantei e fui dormir. No dia seguinte, eu não conseguia ficar em pé; meus nervos relaxaram e eu não tinha firmeza. Meus pais perceberam a gravidade do problema e procuraram fazer com que eu me firmasse sobre os meus pés, mas não tinha como, o mal havia se instalado, e eu estava totalmente sem o controle das pernas e mãos. Não tinha firmeza nas mãos nem nos pés, as minhas mãos tremiam e eu não conseguia levar uma colher de alimento a boca, nem segurar um copo ou uma xícara de café. Não conseguia sentar e ficar fixo em uma cadeira, para fazer minhas necessidades fisiológicas precisava de ajuda para sentar na bacia sanitária. Todas as minhas faculdades mentais estavam normal, porém meus nervos estavam descontrolados. Fui levado aos médicos, após exames todos diagnosticaram um quadro irreversível, eles disseram para minha mãe: Para o seu filho não há cura, o problema é muito grave, ele está desenganado pela medicina. Minha mãe, uma mulher de fé, serva do SENHOR, fazia parte da comissão de visita aos enfermos, não aceitou as palavras dos médicos, mas acreditou que a última palavra é a de Deus. Ela foi em várias igrejas e pediu oração por mim, e fez um voto dizendo que quando Deus me curasse ela voltaria para agradecer e me levaria para que todos vissem o milagre que Deus havia operado. Dias, meses se passaram, até que, em uma certa tarde, não me lembro qual dia da semana, as irmãs da comissão de visita aos enfermos foram em nossa residência para me visitar e orar por mim. Como de costume, elas cantaram alguns hinos da harpa cristã, leram alguns versículos da bíblia, foi feita uma breve reflexão sobre o texto lido, e em seguida oraram a Deus pedindo a meu favor para que Ele me curasse daquele mal. Inexplicavelmente, naquela oração eu adormeci, lembro-me como se fosse hoje, eu adormeci estando deitado no sofar da sala. Após a oração as irmãs se despediram dos meus pais, porém teve uma das irmãs que ao se dirigir a minha mãe, falou: "Irmã Maria, creia tão somente, que Deus já fez a obra na vida do seu filho". Não deu outra, quando eu acordei, pulei do sofar sair correndo para cozinha pedindo comida, dizendo que estava com fome. Lembro-me bem, minha família fez a maior festa, minha mãe, meu pai, meus irmãos em número de dez começaram a festejar e todos riam e choravam de alegria. Glória Deus! Até o dia de hoje, nunca mais os meus nervos relaxaram, estou firme e forte, servindo e adorando ao SENHOR, com toda saúde que Ele me deu; sou casado, pai de três filhos e vivo muito feliz. Ele operou o milagre da cura em mim, Ele é o mesmo que opera hoje, amanhã e sempre. Porque para Deus, nada é impossível (Lucas, 1.37). É Ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades; quem redime a tua vida da perdição e te coroa de benignidade e de misericórdia (Sl.103.3,4). Amém!