sábado, 27 de setembro de 2014

O PODER DA DECISÃO.

Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, a morte e o mal. Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente (Dt.30.15,19).

Deus, ao criar o homem Ele o fez com total livre arbítrio, dando-lhe o poder de decisão, para que fosse independente nas suas escolhas. Deus não fez o homem programado para que agisse como robô; mas deu ao homem o poder de tomar suas próprias decisões. O homem escolhe o seu caminho e decide a sua vida.
Na vida nós temos muitas opções de escolhas, as pessoas estão sempre buscando o melhor para si; algumas acertam em suas escolhas, enquanto outras não são felizes em suas decisões. A bíblia nos dar várias opções de escolhas, e ao mesmo tempo ela nos orienta a decidirmos pelo melhor. Dependendo das circunstâncias, tomar uma decisão é algo muito difícil. Existem momentos na nossa vida que temos que tomar uma decisão. Se você não decide por uma mudança, a sua vida vai continuar na mesmice. Tem pessoas que vai ser sempre medíocre e raquítica, porque tem medo de tomar decisões na sua vida. É preciso muita prudência e ponderação para não tomarmos uma decisão precipitada. Quando agimos por impulso ou por emoção, nem sempre somos felizes em nossas escolhas e decisões. É preciso entendermos que uma decisão errada pode trazer consequências desastrosas por toda nossa vida. Na vida nós podemos decidir e escolher quase tudo; menos o dia do nosso nascimento. Quando somos atormentados pela dúvida, devemos buscar a orientação do Espírito Santo, só assim seremos felizes nas nossas decisões. 

ALGUMAS DECISÕES QUE FORAM TOMADAS NA BÍBLIA:

A DECISÃO DE JOSÉ.

José decidiu não ter um caso com a mulher de Potifar, para não pecar contra Deus.
E José foi levado ao Egito, e Potifar, eunuco de Faraó, capitão da guarda, varão egípcio, comprou-o da mão dos ismaelitas que o tinham levado lá. E o SENHOR estava com José, e foi varão próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio. E aconteceu, depois destas coisas, que a mulher de seu senhor pôs os olhos em José e disse: Deita-te comigo. Porém ele recusou e disse à mulher do seu senhor: Eis que o meu senhor não sabe do que há em casa comigo e entregou em minha mão tudo o que tem. Ninguém há maior do que eu nesta casa, e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como, pois, faria eu este tamanho mal e pecaria contra Deus? (Gn.39.1,2,7-9).

A DECISÃO DE MOISÉS.

Moisés era príncipe do Egito, comandante do exército de Faraó, instruído em todas as ciências do Egito, era poderoso em suas palavras e obras; na sucessão era um forte candidato ao trono de Faraó. Mas, ele tomou uma decisão diferente. A bíblia diz: Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo, do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa (Hebreus, 11.24-26).

A DECISÃO DE DANIEL.

Daniel, um dos príncipes da Babilônia, ainda jovem e bonito, vivendo como cativo no meio de uma sociedade dominada pelo sistema pagã, entre muitas mulheres bonitas e sensuais, ele decidiu se manter fiel a Deus, e não se contaminar com os manjares do rei.
E Daniel decidiu no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar (Dn 1.8). Então, os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa (Dn.6.4).

A DECISÃO DE JOSUÉ E DA NAÇÃO DE ISRAEL.

Josué, sucessor de Moisés, comandante do povo de Deus e líder espiritual, teve que mandar o povo tomar uma decisão. Tendo o povo entrado pelo caminho da idolatria, esqueceram os grandes feitos e benefícios que Deus os havia feito, sendo influenciados por outras nações, foram em busca de deuses estranhos e desprezaram o Deus vivo e Verdadeiro. Em um momento critico, já próxima da sua partida, Josué reuni o povo e proclama: Agora, pois, temei ao SENHOR, e servi-lo com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais além do rio e no Egito, e servi ao SENHOR. Porém, se vos parece mal ao vossos olhos servir ao SENHOR, escolheu hoje a quem sirvais; se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR. Então, respondeu o povo e disse: Nunca nos aconteça que deixemos o SENHOR para servirmos a outros deuses. E Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que vós escolhestes o SENHOR, para o servir. E disseram: Somos testemunhas. Agora, pois, deitai fora os deuses estranhos que há no meio de vós; e inclinai o vosso coração ao SENHOR, Deus de Israel. E disse o povo a Josué: Serviremos ao SENHOR, nosso Deus, e obedeceremos à sua voz (Js.24.14-16, 22-24).

A DECISÃO DO POVO DIANTE DA PROPOSTA DE PILATOS.

Ora, por ocasião da festa, costumava o governador soltar um preso, escolhendo o povo aquele que quisesse. E tinha, então, um preso bem conhecido, chamado Barrabás. Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás ou Jesus, chamado Cristo? Porque sabia que por inveja o haviam entregado. E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele. Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus. E, respondendo o governador, disse-lhes: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás. Disse-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado! O governador, porém, disse: Mas que mal ele fez? E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado! Então, Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo; considerai isso. E, respondendo todo o povo, disse: O sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. Então, soltou-lhes Barrabás e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado (Mt.27.15-26).
Por causa desta decisão, os judeus vem sofrendo até hoje. No ano 70, no primeiro século da era cristã, o general romano Tito, invadiu Jerusalém e fez o maior massacre, destruindo a cidade e matando milhares de judeus. Na segunda guerra mundial, Adolf Hitler, perseguiu os judeus e fez a maior carnificina da história, matando seis milhões de judeus. Tendo os judeus ficado sem pátria após o grande massacre feito pelo exército do general Tito, eles foram espalhados pelo mundo inteiro, só começaram a retornar em 1948, quando a O.N.U. através de votação decidiu reconhecer Israel como nação. Até os dias de hoje, a nação de Israel vive em guerra, quase que constante, e sofrem muito com isso os judeus. Este é o preço por terem escolhido Barrabás para ser solto, e decidirem crucificar Jesus, o Cristo.

CONCLUSÃO:
"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade" (Bispo Edir Macedo).
As nossas decisões e escolhas, determinarão o nosso futuro. Tome uma decisão feliz, escolhendo JESUS, como seu único e suficiente Senhor e Salvador. Amém!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

DEUS NÃO ESTÁ MORTO.

Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus. Salmo.90.2.

Disse o néscio (tolo) no seu coração: "Deus não existe!" Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniquidade; não ninguém que faça o bem (Sl.53.1).
O filme, Deus não está morto, retrata uma sociedade cética e auto confiante, que descarta Deus e todas as possibilidades da sua existência. Nunca na história da humanidade tivemos um número tão expressivo de pessoas que passaram a não acreditar em Deus.
Deus existe, Ele está vivo e em plena atividade. Deus não está inerte, estático ou parado, mas Ele está sempre presente e em ação. Deus é criador, provedor e comandante de toda a sua criação, Ele não entregou o mundo a sua própria sorte, mas Ele está no controle de todas as coisas. O maior engano de Satanás é fazer as pessoas pensarem que Deus está morto. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), foi declaradamente um ateu e teve muitas ideias e pensamentos que chocou e contrariou a muitos na sua época. Muitas de suas frases se tornaram famosas, sendo repetidas nos mais diversos contextos, gerando muitas distorções e confusões. Algumas delas: "Deus está morto. Viva Perigosamente. Qual o melhor remédio? - Vitória!". "O Evangelho morreu na cruz". "A fé é querer ignorar tudo aquilo que é verdade". "Será o Homem um erro de Deus, ou Deus um erro dos Homens?" "Deus está morto mas o seu cadáver permanece insepulto."Ao contrário do que Nietzsche declarou podemos afirmar pela palavra de Deus: O Evangelho não morreu, mas sempre esteve vivo, mudando e libertando a vida das pessoas. A fé nunca ignora a verdade, pelo contrário ela está baseada na verdade, porém ele vê o invisível e crer no poder sobrenatural de Deus. Deus nunca erra porque Ele vê o fim desde o começo. Deus nunca foi um erro para os homens, eles é que criaram deuses para si. Deus não está morto como afirmava Nietzsche, Ele (Jesus) morreu, mas ao terceiro dia Ele ressuscitou, e está vivo para sempre. Amém!
Deus não precisa provar pra ninguém que Ele é Deus. Se acreditamos, Ele é Deus; se não acreditamos Ele continua sendo Deus. Somos simples mortais, porém muitos na sua arrogância querem questionar a existência de Deus, e outros declaram que Ele está morto. Ele declarou na sua palavra: Vede, agora, que Eu Sou, e mais nenhum outros deus comigo; eu mato e eu faço viver; eu firo e eu saro; e ninguém há que escape da minha mão. Porque levantarei a minha mão aos céus e direi: Eu vivo para sempre (Dt.32.39,40). Amém!
 
O meu Deus não está morto, Ele está presente à cada amanhecer. Deus não morreu, Ele vive dentro de mim, e Sua luz ilumina todo o meu ser. Ele está vivo e gritando por todos aqueles que desacreditam Nele. Ele nunca morreu, Ele sempre esteve aqui, clamando por atenção, esperando de nós um pouco de fé. Jesus não morreu naquela cruz, Ele apenas adormecia, até o terceiro dia em que acordou. O Criador do universo ainda vive, e porque Ele vive hoje estamos aqui. Só porque Ele algum dia lhe disse um não, não quer dizer que Ele tenha morrido. Deus não morreu para mim, Ele continua aqui, à cada respirar. Se algum dia Ele esteve morto para você, o permita ressuscitar, só depende de você. Deus não está morto, Ele nunca esteve.

 DEUS não ESTÁ MORTO.

Friedrich Nietzsche, disse:
"Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens."
Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um influente filósofo alemão e ateu declarado do século XIX.
Infelizmente, o seu fim foi trágico, ele morreu cético, sem Deus, sem paz e sem salvação.
Querer negar a existência de Deus, é algo trágico e contraditório, pois nós somos a maior prova da sua existência. Se você duvida da existência de Deus, pode ser um problema seu. Acreditando ou deixando de acreditar, ele continua sendo Deus. Creia em Deus, ele é o seu criador, e poderá ser o seu Senhor e Salvador. Aceite-o, e seja feliz. Amém!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA.

Texto básico: Quem há entre vós que, tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada em vossos olhos, comparada com aquela? A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos. Ag.2.3,9.

Deus, apesar da sua soberania e poder, Ele nunca preferiu ficar isolado e manter os homens distante da sua presença. Ele criou o homem para ter contato com Ele e adorá-lo. Quando Moisés conduzia o povo de Deus pelo deserto em direção a terra prometida, Deus se manifestava de várias maneiras e a sua glória era manifesta. Deus, porém, orientou a Moisés que construisse um lugar para o culto, chamado Tabernáculo, onde a sua glória seria manifesta, local onde Ele pudesse ser adorado. O Tabernáculo era um templo móvel que era desmontado e levado para outras regiões, conforme suas peregrinações no deserto. Séculos mais tarde Deus ordenou a Daví que fizesse preparativos para construção de um templo, que posteriormente veio a ser construído pelo seu filho Salomão. Este templo veio a ser destruído pelo exército do rei da Babilônia, Nabucodonozor em 587 a.C. quando levou ao cativeiro a nação de Israel. Após alguns anos de cativeiro o rei Ciro concede permissão para alguns judeus retornarem do cativeiro, e é iniciada a construção do templo. Depois prepararem os alicerces do templo em 536 a,C. (Ed,3.8-10), a forte oposição à obra retardou a sua edificação, sendo retomada dezesseis anos depois (Ed.4.1-5,24). Em 520 a.C. é reiniciada a construção, vindo a ser concluído em 516 a.C. sobre a liderança de Zorobabel. Sendo este mais modesto em relação ao suntuoso templo de Salomão. No ano 18 a.C. Herodes querendo ser simpático aos judeus, desconstruiu o templo de Zorobabel para levantar o imponente templo, que foi destruído pelo império romano no ano 70 d.C.
 
Deus havia prometido que escolheria um lugar para que a habitação da Sua glória permanece dentre as tribos de Israel (Deuteronômio 12:5-7). Davi teve o grande anseio de construir o templo do Senhor e entendeu que este lugar seria em Sião, Jerusalém (Salmos 132), e Deus lhe deu todo o projeto de construção (I Crônicas 28:11-19), porém ele foi impedido de construir por ser um homem matador (I Crônicas 28:3).
Sendo assim, seu filho, o rei Salomão recebe a incumbência de construí-lo (I Reis 6:1-38). Inclusive, no dia de sua inauguração, Deus manifestou Sua glória ali (II Crônicas 5:14), assim como tinha acontecido no tabernáculo construído por Moisés (Êxodo 40:34). Salomão, porém, trouxe grande herança de idolatria por causa dos muitos casamentos que teve (I Reis 11:1-10). O primeiro templo chegou ao ponto de ser disputado entre adoração a Deus e aos ídolos (Ezequiel 8:3-18). Por causa dessa profanação, a glória de Deus saiu daquela casa santa e o Inimigo encontrou brecha para trazer destruição. Nabucodonosor, rei do império Babilônico, destruiu Jerusalém e o templo aproximadamente no ano 586 a.C. (II Crônicas 36:17-21).
Após 70 anos de cativeiro babilônico, os judeus voltaram para sua terra por liberação do imperador medo-persa Ciro e, após a exortação do profeta Ageu (Ageu 1:2-14), começaram a reconstruir o que chamamos de segundo templo com o auxilio da liderança de Zorobabel (Esdras 5:1,2), porém a aparência do templo não era tão bela quanto o antigo templo, por causa das condições do povo (Esdras 3:12). Por isso, o profeta Ageu se levanta para declarar a profecia: " A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos." Ageu 2:8
Os judeus consideram que este templo foi profanado no ano 168 a.C. quando o rei grego Antíoco Epifanes ordenou que se sacrificassem um porco, animal imundo, no altar (Levítico 11:7; Deuteronômio 14:8; Isaías 66:17). Este e outros fatos incentivaram a revolta dos macabeus e a reconsagração do templo que até hoje é comemorada como a Festa do Hanukka pelos judeus no mundo todo. Porém, não vemos nenhum relato na Bíblia sobre a glória de Deus se manifestando como aconteceu no dia da inauguração do templo construído por Salomão. Será que realmente a glória dessa última casa foi maior do que a da primeira? Será que a profecia de Ageu se cumpriu?
A glória de Deus nunca se manifestou neste. Aliás, neste segundo templo, o Santo dos Santos estava vazio. A arca da aliança não estava nele.
Mas, no 18° ano do governo do rei Herodes, sob o império romano, este começou uma grande reforma no templo de Zorobabel, ampliando-o, inserindo entradas não previstas na planta original e modelando-o conforme a arquitetura romana, segundo Flávio Josefo. Esta reforma durou 46 anos (João 2:20) e ficou tão espetacular que os discípulos ficam encantados:
E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios!” Marcos 13:1
Sim! A glória física dessa segunda casa foi muito maior do que a da primeira. O templo reformado por Herodes era muito mais belo que o de Salomão. Talvez você não fique satisfeito com esta resposta, mas era isso que o povo que construiu o segundo templo desejava. Eles não ansiaram pela presença de Deus, mas pela beleza exterior.
 
Porém muitos dos sacerdotes, e levitas e chefes dos pais, já idosos, que viram a primeira casa, choraram em altas vozes quando à sua vista foram lançados os fundamentos desta casa; mas muitos levantaram as vozes com júbilo e com alegria. ” Esdras 3:12
Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos...” Ageu 2:8,9.
Entendemos que, na antiga aliança a glória de Deus era manifesta de forma limitada em um local sagrado (no templo), e era presenciada por alguns. Na nova aliança esta glória é manifesta em maior proporção, e pode ser vista e sentida por muitos, visto que, ela se manifesta multiforme na igreja. A glória da segunda casa é maior porque ela é permanente, abrangente e ilimitada. A igreja, os crentes em particular, são templo e morada do Espírito Santo. Está escrito: Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1Co.3.16). Ou não sabeis que nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? (1Co.6.19). Jesus disse: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada (Jo.14.23). E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um (Jo.17.22). A glória da segunda casa é Jesus na pessoa do Espírito Santo, que manifesta de forma poderosa a glória de Deus. A glória de Deus está dentro de nós. Aleluia!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

SAL E LUZ.

Texto básico: Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus. Mt.5.13-16.

Jesus ensinando aos discípulos sobre a importância de ter um modo vida diferente de viver em relação ao mundo sem Deus, ele utiliza dois elementos antigos, mas de grande utilidade na vida do ser humano. Sendo eles: Sal e luz. É quase impossível e impraticável uma pessoa viver sem estes dois elementos. Sabemos que o sal é o principal tempero em pratos de culinária; sem sal a comida fica sem sabor. Antigamente se utilizava uma certa quantidade de sal para conservação de carnes comestível. Jesus disse, se o sal perder o seu sabor, para nada mais presta, senão para ser lançado fora e ser pisado. Que nós cristãos e igreja de Jesus que somos, continuemos sendo um bom sal, servindo como tempero para este mundo quase apodrecido. Sobre a luz Jesus nos ensina que devemos brilhar diante das trevas deste mundo tenebroso. A luz é tão importante que Deus antes de começa toda a sua criação, a primeira coisa que Ele fez foi providenciar luz. E disse Deus: Haja luz. E ouve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez separação entre luz e trevas (Gn.1.3,4.). O cristão como luz do mundo não pode se esconder, nem ofuscar a luz de Deus em sua vida. Jesus disse: Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus (Mt.5.13-16). Alqueire, (do árabe al kayl) designava originalmente uma das bolsas ou cestas de carga que se punha, atadas, sobre o dorso e pendente para ambos os lados dos animais usados para transporte de carga. Logo, o conteúdo daquelas cestas ou bolsas, mais ou menos padronizadas pela capacidade dos animais utilizados no transporte, foi tomada como medida de secos, notadamente grãos, e depois acabaram designando a área de terra necessária para o plantio de todas as sementes nelas contidas. Enfim, se colocarmos uma lamparina debaixo do alqueire, a luz fica sufocada e sem oxigênio, e logo se pagará. Portanto, tendo sido iluminados pela palavra de Deus, somos responsáveis por difundir essa luz entre os nossos semelhantes. Velador. As casas na época de Jesus, dispunham de um local mais elevado que servia de suporte para colocar a lamparina, chamado de velador. No velador a lâmpada iluminava toda a casa. Era assim que a sua utilidade era explorada ao máximo. Portanto, se temos luz, devemos mostrá-la, mesmo que ilumine um monte de lixo ou cenas repugnantes, ela prossegue incontaminada. Que sejamos como astros em meio a escuridão, brilhando sempre em meio a este mundo contaminado pelas trevas do pecado. Amém!

A IMPORTÂNCIA DO SAL NA VIDA DO CRENTE:

Uma das características do sal é o de conservar os alimentos. Assim também o Cristão que se alimenta da Palavra de Deus deve conservá-la pura no seu coração a fim de não entrar em decomposição e ser alterada com heresias e contaminada pelo pecado.
O sal é extraído da água do mar, por condensação e também pode ser extraído das minas de sal-gema. O sal conserva; o sal purifica; o sal é um símbolo de lealdade e permanência. Quanto mais sal for usado mais é evidente a sua influência.
A humanidade não pode passar sem o sal; por isso, este precioso elemento chegou a ser moeda de troca. Os soldados romanos recebiam parte do seu pagamento com sal, donde vem a palavra “Salário”.

1. PALAVRA TEMPERADA COM SAL.

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como convém responder cada um. Cl.4.6.
O apóstolo Paulo, nos ensinar que tudo na nossa vida deve agradar a Deus, e que as nossas palavras devem ser temperadas com sal, especialmente o tipo do nosso relacionamento que desenvolvemos com os outros. 

2. VIDA EQUILIBRADA COM SAL.

Bom é o sal, mas, se o sal se tornar insulso, com que o adubareis? Tende sal em vós mesmos e paz, uns com os outros. Mc.9.50.
Tudo na vida deve ser equilibrado; nem salgado nem insosso. Na vida espiritual devemos observar os mesmos princípios de moderação e temperança, com domínio próprio.
Jesus diz que não devemos ser mornos (sem gosto nem reação), mas frios ou quentes (Apoc. 3.15,16), para não sermos lançados fora.

A IMPORTÂNCIA DA LUZ NA VIDA DO CRENTE:

1. O CRENTE DEVE BRILHAR COMO ASTROS.

Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus, inculpáveis no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo. Fp.2.15.
O cristão como luz do mundo não pode se esconder, nem ofuscar a luz de Deus em sua vida. Jesus disse: Vós sois a luz do mundo. Que sejamos como astros em meio a escuridão, brilhando sempre em meio a este mundo contaminado pelas trevas do pecado. Amém!

2. O CRENTE DEVE TER LUZ EM SUAS ATITUDES.

Os olhos são a lâmpada do corpo. Portanto se teus olhos forem bons, teu corpo terá luz. Porém, se teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em absoluta escuridão. Por isso, se a luz que está em ti são trevas, quão tremendas são essas trevas. Mt.6.22,23.
Uma pessoa que vive na prática do pecado vive em trevas, e por consequência as suas atitudes são maus. Ter olhos maus e ter o seu interior em total escuridão, significa dizer que esta pessoa tem atitudes maldosas, agi de forma desfasada, está dominada pela inveja e é desleal na sua conduta. O crente que é luz deve ter em suas ações, palavras e obras, sinceridade e verdade que glorifiquem a Deus.

Conclusão: O crente como sal da terra e luz do mundo deve fazer a diferença em meio a este mundo de trevas e quase apodrecido pelo pecado, não totalmente por causa da igreja, mas no dia que a igreja for arrebatada para o céu, este mundo vai apodrecer total e as trevas do pecado será tenebrosa.